É preferível um alto índice da felicidade interna bruta a um PIB elevado - Por Antão José Lopes da Luz

Não há, no mundo de hoje, quem não tenha fresco nos tímpanos a expressão PIB.

Produto interno bruto (PIB)

Representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região (quer sejam países, estados ou cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc). O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objetivo de mensurar a atividade econômica de uma região.

Felicidade Interna Bruta (FIB) ou Gross National Happiness (GNH) é um conceito de desenvolvimento social criado em contrapartida ao Produto Interno Bruto (PIB).

King Jigme Singye Wangchuk
idealizador em 1972 da Felicidade Nacional Bruta
onde tudo começou
O termo foi criado pelo rei do Butão, Jigme Singye Wangchuck, em 1972, em resposta a críticas que afirmavam que a economia do seu país crescia miseravelmente. Esta criação assinalou o seu compromisso de construir uma economia adaptada à cultura do país, baseada nos valores espirituais budistas.
Assim como diversos outros valores morais, o conceito de Felicidade Interna.

Bruto é mais facilmente entendido a partir de comparações e exemplos do que definido especificamente.

Enquanto os modelos tradicionais de desenvolvimento têm como objetivo primordial o crescimento econômico, o conceito de FIB baseia-se no princípio de que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade humana surge quando o desenvolvimento espiritual e o desenvolvimento material são simultâneos, assim se complementando e reforçando mutuamente.

Os Pilares da FIB

. Promoção do desenvolvimento Educacional para a Inclusão Social
. Preservação e promoção dos Valores Culturais
. Resiliência Ecológica na base do Desenvolvimento Sustentável
· Estabelecimento da Boa Governança
· Preservação dos Valores capazes de garantirem a Vitalidade Comunitária
· Saúde na Garantia da Vida
· Desenvolvimento Sustentável para a Inclusão e potencialização do Padrão de Vida
· Diminuição da jornada de trabalho na promoção do tempo livre e do Lazer

Estamos perante dois conceitos: PIB que assenta sobre princípios puramente materiais e FIB mais relacionado com a vida espiritualizada.

Neste momento vive-se quase que de joelhos perante a força desse indicador do estado econômico dos países. A vida dos povos em geral está diretamente dependente apenas do que tem valor material, relegando-se para plano secundário os princípios éticos e morais nos quais a vida dos povos deveria estar assente.

Como o povo diz e acreditamos, é no meio-termo que reside a virtude. Quando os orientadores dos povos aprenderem a conciliar as duas vidas que todos necessitam de viver: a material e a espiritual, a vida será mais suportável, porque o fosso entre a pobreza e a riqueza diminuirá consideravelmente.

Para nós toda a ânsia de enriquecimento que se observa, sem lastro espiritualista, transforma-se numa força negativa, que cada vez mais atrai o sequioso de bens materiais para o pântano da desonestidade.

A busca de riqueza que se torna, por vezes, um fanatismo, uma obsessão, uma vez conquistada, conduz o ser ao luxo, à ociosidade, à extravagância, à ostentação, ao sensualismo.

Não há quem não deseje este estado de alma que se chama felicidade, só que vão procura-la onde ela não pode estar.

A vida está sendo vivida num clima ora de angústia, ora de desespero, tais os problemas que se apresentam, da mais variada ordem e difícil solução.

Há necessidade de suavizar a vida, por meio de paz e tranquilidade, a fim de que cada um possa representar o seu papel com a serenidade indispensável ao êxito.

Daí o nosso desejo de que o homem comece o mais depressa possível a dar muito mais importância à FELICIDADE INTERNA BRUTA (F.I.B.) dos países do que ao seu produto interno bruto que tem o grande condão de materializar ou embrutecer os seres.

Nunca os valores materiais trouxeram felicidade permanente aos seus detentores.

É verdade que todos têm direito à felicidade, mas esta tem que ser cultivada pelo ser humano. É bom que se saiba que não é o dinheiro que faz a criatura feliz. A felicidade verdadeira provém da paz de espírito e da consciência tranquila.

Pensemos seriamente nisso!

É preferível um alto índice da felicidade interna bruta a um PIB elevado
Por Antão José Lopes da Luz

NOTA:

Dia Internacional da Felicidade –  Pesquisa livre na Internet



O Dia Internacional da Felicidade é comemorado a 20 de Março. Este dia visa promover a felicidade das pessoas e mostrar como este fato é fundamental para o bem-estar das nações.

Em 2013 comemorou-se pela primeira vez o Dia Internacional da Felicidade.

Origem do Dia

A criação do Dia Internacional da Felicidade surge por sugestão do Butão, um pequeno reino budista localizado nos Himalaias que adota como estatística oficial a "Felicidade Nacional Bruta" em vez do Produto Interno Bruto (PIB).

Em 2012, a proposta foi aprovada por unanimidade pelos 193 estados-membros da ONU (Organização das Nações Unidas), defendendo que a busca pela felicidade é um objetivo humano fundamental.

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